Reutilização faz arte


O consumo de materiais como garrafas pet, latas e caixas de papelão têm aumentado. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) do censo realizado em 2000, indicam que a quantidade diária de lixo coletado na Bahia é de 10.398,3 toneladas.
A reutilização tem se tornado uma prática sustentável, em que o velho transforma-se no novo e o inútil se torna útil e prático. A educação por sua vez tem alertado e de certa forma ensinado uma educação sustentável, em que todos devem reciclar.
A Fundação Cidade Mãe (FCM), unidade de Sa­ramandaia, também conhecida como Centro de Convivência Socioassistencial nos Bairros, teve sua última reforma há oito anos. Os móveis utiliza­dos por alunos e professores, se desgastaram com o tempo. E foi com prática de reutilização artesa­nal que a professora Rita Galvão, junto a outros membros da FCM, renovaram a maioria dos armá­rios, estantes e mesas, na reforma feita de janeiro a fevereiro de 2015.
Segundo o educador de artes Roberto Gomes, que exerce esse cargo há mais de 20 anos na fundação, encontrar emprego está difícil e investir na sustentabilidade é uma boa alternativa. “Devemos procurar trabalhar em cima disso para que seja proveitoso aos dois lados, assim, com o meio ambiente preservado todos acabam ganhando, porque nós somos parte dele”, explica o professor.

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