Imagens do Inconsciente 1: em busca do espaço cotidiano – Resenha
O filme “Imagens do
Inconsciente 1: em busca do espaço cotidiano” é um documentário que conta a
história do Museu Imagens do Inconsciente, criado em 1943, no Centro
Psiquiátrico Dom Pedro segundo, localizado no Rio de Janeiro.
O documentário analisa o
trabalho realizado pelo hospital responsável pelo ateliê, canalizando toda a
informação no que diz respeito ao uso da arte para terapia psiquiátrica, e como
fonte de estudo científico ao tratamento dos pacientes que pintam.
“Imagens do Inconsciente”, aprofunda-se
em mostrar a evolução do paciente, Fernando Diniz, que apresenta uma forte
expressão plástica em suas pinturas. O filme que expõe seu conteúdo teórico,
através de narrações, dos estudos já realizados trás ao “ouvinte” obras desse
paciente, fazendo uma analise a suas condições.
A crítica que o criador
trás, é a falta do uso da pintura para meio terapêutico nos centros
psiquiátricos, naquela época, segundo o texto de Nise da Silveiro (que é o
criador do filme), é possível desvendar através das obras as emoções do
paciente, sendo assim o uso das artes plásticas fornece aos médicos essa
descoberta fazendo com que ele possa trabalhar esses problemas por esse meio.
A toda uma narração, dentro
do documentário que não é ficticiosamente dramática, mas carrega uma
forte iconografia depressiva afetando quem assiste, despertando o
interesse pelo conteúdo e tratamento que é desenvolvido pela arte.
Obs.: O filme “Imagens do
Inconsciente 1: em busca do espaço cotidiano” é o primeiro da sequência,
existem ainda outros dois chamados; “Imagens do Inconsciente 2: No reino das
mães” e “Imagens do Inconsciente 3: A barca do sol”. As sequências, assim como
no primeiro, focam na evolução de outros dois pacientes.
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